Título para que? Sou eu...

Sou eu, exposto aqui.

Um bom tanto de mim quer explodir. Ao invés de permitir o desperdício dos meus espasmos de criação inútil, prefiro deixá-los por aqui, para quem quiser me conhecer. Também é uma forma excelente de tentar organizar um pouco meus pensamentos, tão confusos.

Será melhor ainda se vocês puderem me criticar, e muito: pois só assim cresço.

Conto, então, com a ajuda de todos.

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quinta-feira, setembro 09, 2004

Em resposta ao comentário do Wickert no post anterior

    Quanto a isso ser óbvio, concordo com relutância. É facilmente constatável, eu diria - o óbvio só é óbvio depois de ter sido dito.

    Mas o furo é mais embaixo, e vem justamente disso. Por que diabos a grande maioria das pessoas tem uma extrema preguiça de se tornar qualquer coisa melhor do que é?

    A vida se torna uma simples inércia, buscando o caminho mais fácil, como a eletricidade o faz. O problema é que nós, humanos, vamos a lugar nenhum - ou só à morte.

    Eu só vejo saída em duas alternativas: ou vemos um fim - e, então, o caminho mais fácil pode até ser justificado -, ou fazemos dos meios os fins e atingimos a finalidade neles próprios. Por que... bom, porque, de resto, é correr atrás do rabo, como eu mencionei poucos posts atrás, em tom de fúria.