Título para que? Sou eu...

Sou eu, exposto aqui.

Um bom tanto de mim quer explodir. Ao invés de permitir o desperdício dos meus espasmos de criação inútil, prefiro deixá-los por aqui, para quem quiser me conhecer. Também é uma forma excelente de tentar organizar um pouco meus pensamentos, tão confusos.

Será melhor ainda se vocês puderem me criticar, e muito: pois só assim cresço.

Conto, então, com a ajuda de todos.

Minha foto
Nome:
Local: Porto Alegre, RS, Brazil

terça-feira, setembro 14, 2004

Fechado para balanço...

    Não que eu não queira escrever... não, não é isso. Só ando refletindo algumas coisas que não fazem sentido.

    Cheguei a algumas conclusões a respeito da propaganda para crianças suecas (quem se interessar em discutir mais o tema, posso postar aqui ou criamos um 'grupo' para discutir por mail - foram vários interessados)

    Não cheguei a conclusões quando aos 'direitos humanos do Melara'. Diga-se que eu nem queria. O texto que mandei para alguns era só para dar uma chacoalhada mesmo, quebrar alguns paradigmas - mesmo meus.

    Aqui no próprio blog eu disse que algum conteúdo da moral do Rolim era criticável, não me afastei 1 cm disso. No entanto, costumamos criticar essas idéis com argumentos de cunho passional, irracional até: e era exatamente isso que eu queria mostrar. Acho que mostrei, e prometo terminar de responder a uma ou outra questões assim que tiver saco.

    Enquanto isso, acontecimentos mil. Mas irracionais. Acidentes, assaltos, tentativas de assaltos; gente que se feriu, que se feriu muito, que faleceu. Gente que eu conhecia, ou que conhecidos conheciam, ou que era conhecida.

    Responder a isso tudo com paixão é fácil. Dizer que vai matar ladrão e jogar numa vala comum, que é tudo pra cadeia; ou, pelo contrário, dizer que são uns coitados sem oportunidade - isso tudo é fácil. Cobrar ajuda do governo para tudo, então, nem se fala. É o clichê do brasileiro.

    Eu não quero o fácil. O fácil é para os medíocres. Mas não consigo pensar no meio de tanta irracionalidade. De tanta falta de humanidade. Ou de sobra de humanidade. Deveria. Não são humanos. Ou são demais? E eu?

    Durma-se com um barulho desses...

    (mas que deveria, deveria...)