Título para que? Sou eu...

Sou eu, exposto aqui.

Um bom tanto de mim quer explodir. Ao invés de permitir o desperdício dos meus espasmos de criação inútil, prefiro deixá-los por aqui, para quem quiser me conhecer. Também é uma forma excelente de tentar organizar um pouco meus pensamentos, tão confusos.

Será melhor ainda se vocês puderem me criticar, e muito: pois só assim cresço.

Conto, então, com a ajuda de todos.

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sexta-feira, outubro 01, 2004

A idiotice dos relacionamentos

    "Matrimônio: chamo assim à vontade de dois criarem um que seja mais do que aqueles que o criaram. O matromônio é o respeito recíproco: respeito recíproco dos que coincidem em tal vontade. Seja este o sentido e a verdade do teu matrimônio; mas isso a que os que estão de mais, os supérfluos, chamam matrimônio, isso como se há de chamar?
    Ai! Que pobreza de alma entre dois! Que imundíce de alma entre dois! Que mísera conformidade entre dois!
    A tudo isso chamam matrimônio, e dizem que contraem estas uniões no céu!
    Pois bem! Eu não quero esse céu dos supérfluos. Não; eu não quero essas bestas presas com redes divinas!"


    Suspiros, é o que me traz o texto.

    E duas balas para quem adivinhar de quem é. Como transcrevi mais do que deveria, deixei a tarefa muito fácil.

    Se eu tenho asco dos que não querem ser qualquer coisa mais do que são, não poderia deixar de tê-lo no que toca a esse assunto.

    Foda é tentar se livrar da multidão.

    Mais sobre o comum e sua mediocridade na sequência...